Começou por que o curso de medicina completou 20 anos. Daí resolveram fazer um jantar dançante todo chique e cheio de gente importante para comemorar. Daí eu e uns amigos resolvemos ir. Estava muito legal e me diverti pra caramba :p
Quando chegaram para me buscar em casa, um amigo ficava: "onde tem uma farmácia". Achei que estava doente, sei lá... Daí ele voltou com dois vidrinhos e sussurrou: ô Ellen, você vai beber? Eu:ah... acho que sim! Ele: quer um protetor gástrico? Eu: ah, dá aí. Pronto. Eis o início da história toda :)
Bebi. E como não passava mal, bebia mais. Sabe aquilo de "cu de bêbado não tem dono"? Pois é. Não. Hehehe. Da metade da festa para frente não lembro nada. E é sério isso. Embora meus amigos não me levem muito à sério. Dois deles já me disseram: ah Ellen, isso que você diz de ter esquecido é mentira... é impossível... dúvido que você não conte nada para sua psicóloga!! Mas é verdade, só sei do que me contaram.
Mas o que deu merda mesmo foi a consequência de ter bebido. A perda de controle... Os riscos não são calculados. E eu, pessoa extremamente racional, calculista mesmo, que odeia surpresas, caí numa armadilha besta. Odeio sentimentos.
Aconteceu que, assim que encontrei um outro amigo meu - grande amigo, que adoro - ele me contou que havia terminado o namoro, de bastante tempo - uns 3 anos, acho. Aconteceu que a gente ficou. Eu não acredito nisso. Em como fui deixar isso acontecer. Mas tudo bem. Agora estou tentando achar um jeito de impedir que isso estrague a amizade. Mas acho difícil. Essa mistura costuma não dar muito certo.
Aff... Esse post não ficou tão bom quanto eu queria. :/
Um dia desses eu vou falar sobre remédios. Acetato de ciproterona, meu grande amigo [não, não é droga ilícita, não]. :)
Quando chegaram para me buscar em casa, um amigo ficava: "onde tem uma farmácia". Achei que estava doente, sei lá... Daí ele voltou com dois vidrinhos e sussurrou: ô Ellen, você vai beber? Eu:ah... acho que sim! Ele: quer um protetor gástrico? Eu: ah, dá aí. Pronto. Eis o início da história toda :)
Bebi. E como não passava mal, bebia mais. Sabe aquilo de "cu de bêbado não tem dono"? Pois é. Não. Hehehe. Da metade da festa para frente não lembro nada. E é sério isso. Embora meus amigos não me levem muito à sério. Dois deles já me disseram: ah Ellen, isso que você diz de ter esquecido é mentira... é impossível... dúvido que você não conte nada para sua psicóloga!! Mas é verdade, só sei do que me contaram.
Mas o que deu merda mesmo foi a consequência de ter bebido. A perda de controle... Os riscos não são calculados. E eu, pessoa extremamente racional, calculista mesmo, que odeia surpresas, caí numa armadilha besta. Odeio sentimentos.
Aconteceu que, assim que encontrei um outro amigo meu - grande amigo, que adoro - ele me contou que havia terminado o namoro, de bastante tempo - uns 3 anos, acho. Aconteceu que a gente ficou. Eu não acredito nisso. Em como fui deixar isso acontecer. Mas tudo bem. Agora estou tentando achar um jeito de impedir que isso estrague a amizade. Mas acho difícil. Essa mistura costuma não dar muito certo.
Aff... Esse post não ficou tão bom quanto eu queria. :/
Um dia desses eu vou falar sobre remédios. Acetato de ciproterona, meu grande amigo [não, não é droga ilícita, não]. :)