sábado, maio 31, 2003

[penso no que faço no que fiz e no que vou fazer... hoje o seu retrato é tudo aquilo que eu quero esquecer]
fofo?

Q-que eu 'tou fazendo aqui agora? Nada. Faz tempo que não tenho nada de realmente importante para fazer, não há para onde voltar [mesmo por que às vezes concluo amargamente que não fui a lugar algum], não há pódio de chegada nem beijo de manorada (o). Cazuza.

Não, não estou absolutamente reclamando da vida. Apenas constatações e isso passa. Ao menos não tenho febre, ao menos não estou machucando ninguém com meu jeito estúpido de ser. É essa mania idiota de independência e desapego que me estraga, que não consigo me permitir gostar muito, confiar e esses troços de amizade e paixão.

Penso - o maldito verbo que impera sobre mim - que quero um homem para mim, mas ele não existe e não sei se eu seria capaz de identificá-lo sozinha. Quero dizer, se ele aparecesse agora, ele teria que se apresentar, bem no estilo: oi, Ellen, sou eu!! Porque 'tou completamente desatualizada nas artes amorosas. Simplesmente me tornei assexual meio que para não ter mais problemas e para não desagradar pai. Acontece que tenho lá minhas carências e elas estão se revoltando contra minha falta de vontade para com elas. Estão me deixando na mão: ok, estou admitindo que preciso SIM de alguém, foda-se, etc.

Vou protelando. Depois eu penso nisso. [e como diz o Francisco: às vezes parece que você tem um botãozinho no lugar do coração...] Quem sabe daqui uns 5 ou 7 anos, quando não tiver mais jeito e eu tiver me transformado numa jovem senhora. Daí quando eu tiver uns 40 e poucos anos e bater a canseira de ser só eu adoto uns 6 filhos. Ai que porra eu carente.

[foi mal]



post scriptum: meu! vai passar "boys don't cry" na tv!! pena que é dublado...

sexta-feira, maio 30, 2003

[ao som de John Coltrane, acho que a música é algo parecida - o nome - com count down]

"Angústia"- Graciliano Ramos. Livro, quer dizer, narrativa dos pensamentos que povoam nossa mente quando se deseja esquecer o inesquecível - um pé na bunda fenomenal, um assassinato perfeitamente justificável. Aquilo que nossa cabeça pensa quando não queremos mesmo é pensar em nada. Histórias da infância. Histórias que não sabemos procedência menos ainda veracidade. *De quando olha-se para a própria mão a escrever e pergunta-se: esta mão, será minha? Estas unhas roídas? Estes calos? Estas linhas? Esta letra é a mesma de antes? Que há com ela? Enfeiou, envelheceu, embruteceu. É quando se constata o tempo. Lembro do relógio, onde os segundos fazem barulho, numa alegação de identidade tardia do tempo: tic-tac passei. Só aqui na minha mente e de maneira incompleta revivo.

*bem, a partir daqui, digamos que houve um insight... perdoada?

Penso nos meus desejos e [ainda] percebo que o único meu mesmo é o de ficar quieta, de não ter que fazer nada disso. Covardia? Só não queria nada. Era só não ter. [porque inevitavelmente eu sou o que moldaram]

E na falta de assunto, falo de mim. Ê, laiá...
Hmmm. Cheguei a uma conclusão edificante [leia essa palavra bem lentamente, pronunciando cada sílaba, aproveite e junte o dedo indicador ao polegar]. É o seguinte: existem garotas que só de olhar os homens babam literalmente, apaixonam, gamam, etc, e também há as que depois os caras cometem loucuras, quer dizer, eles se apaixonam perdidamente [que fofo! que romântico, lalalá... pula], as loucuras, as juras, e tal. Pois então, EU não sou uma dessas meninas.


Amém!!! 'Tá postandoooooo...
[...]

segunda-feira, maio 26, 2003


ÓDIO


Só isso que tenho a dizer sobre os fdp que fazem parte do CVU, e tomam as decisões cujas conseqüências caem diretamente sobre a minha pessoa. Bem, eles decidiram que o próximo vestibular da UEM será realizado em outubro,sacou? Em outubro e não em janeiro. Pooooooooooorra! 'Tou suuuper feliz... Como fiquei sabendo disso? Liguei inocentemente no cursinho para perguntar quando começa a turma de semi-extensivo, começa dia 09 de junho [o resultado sai dia 05, que é quando volto para casa]. E o vestiba, tens notícia? Ah, em OUTUBRO... CA-RA-LHO.

Sério. Ainda dou um prêmio pr'o legalzão que me fizer o favor de matar o desgraçado do presidente do CVU. Pura filhadaputisse da UEM, mais uma, né?

·············································································· _|_

Mas pula. Ow. Fui a biblioteca, mas antes de ler os livros [3] que peguei lá, termino de ler Angústia, do Graciliano Ramos, de longe um dos autores que mais gosto. 'Tá, catei Os 100 melhores Contos do Século, organização do Italo Moriconi; As obras-primas de Leon Tolstói, tradução de Marques Rebelo e Boris Schnaiderman; e O Homem Terminal, do Michael Crichton. Depois eu falo deles, se forem legais comigo, hehe.
Caramba. Montes de coisas para dizer. E eu lá lembro de alguma realmente significativa?

Nunca fui muito ligada à idéia do carpe diem. Bonitinho etc. Admiro quem leva a sério, principalmente quem o pratica. Não tenho toda essa "coragem" por assim dizer. Bem, mas o que quero dizer com issdo é que nunca, mas nunca mesmo deixe para depois. Porque pode ser que surja a oportunidade de fazer algo que não foi feito antes. O negócio é que a situação não se repetirá, só por milagre...

[ Eu até poderia ligar lá para o Raul, falar o que tenho para falar, perguntar o que tenho vontade... mas o que sinto agora não é o que sentia quando as coisas aconteceram, o que ele sente, muito menos. Viu? A situação não é a mesma. O ruim é que fica essa sensação de eu-sou-uma-bosta-mesmo. Arrependimento. E há quem diga que não se arrepende de nada que fez. Ou que é melhor se arrepender do que fez a se arrepender do que não fez. Enfim, assunto para a posteridade. ]

Mas não é isso. Eu deixei para depois um monte de coisas, para depois do vestibular. E agora tenho outras coisas para fazer. Depois do dia 05 de junho é estudar [de verdade] para o próximo vestibular da UEM - e eu nem sei se vou fazer cursinho...

sexta-feira, maio 23, 2003

quinta-feira, maio 22, 2003

Sabe? Às vezes eu queria ter mais atitude. Eu queria piercing no queixo, no lábio, na língua, no nariz. Queria tatoo no pescoço [um código de barras, u-hul!!], outra na lateral da barriga. Não queria ser poser. Não queria ter um "estilo", sei lá. Só queria poder fazer um monte de coisa que eu sempre quis. Não é desde agora. Muito menos desde que virou moda ser isso ou aquilo. Parece que ou você é um poser, ou continua sendo, mas disfarçadamente, procura-se então não ser nada, propositadamente. 'Tá difícil de explicar...

'Tá. Ok. Pula essa parte. Se alguém que ler isso não entender, ou me manda um e-mail, ou deixa aí um comentário, beleza? Bem, agora as nóias diárias normais a esse blog.

Seguinte, a Joyde ficou de botar um contador por aqui e meu medo é que só tenha umas duas ou três visitas diárias [eu, a , a Ju]. Portanto, çês duas, façam um pequeno favor para mim, acessem duas vezes por dia, pelamordeDeusssssssss! Ellen: com cara de cão sem dono...

Vou dormir na casa da vovó Therezinha. Então, quem gosta de mim, reza aí para eu não desaguar de vez... Inté.

Aleluia! Acabou o vestibular. Alívio. Como eu já sabia, não tenho nota para passar. Fui muito bem para quem não estuda há um ano, para quem nem sequer deu uma olhada na matéria. Pelo menos isso...

Ai-ai. O vácuo pós, sei lá.
Continuo sem voz mas pelo menos a febre passou. Quantos neurônios morreram? Duh! 'Tá vendo, fiquei retardada.

Era para eu ter ido ao cinema, era para eu ter saído com a Marília+Gabriela, era. Mas papai chegou, e além do mais, estou meio doente. Daí que está me sobrando tempo. Amanhã vou à biblioteca pegar uns livros.

E acho que estou pensando demais em certas coisas. Coisas sobre as quais eu considerei o dia todo e não iria falar delas aqui. Obedecendo a lógica dos blogueiros, isso aqui é meu, eu ponho o que eu quiser e quem não gostar, não volta. Como hoje eu estouboazinha, é o seguinte: sorry. Por que vai ficar mais tedioso. Por que são sentimentos meus dos quais nem eu gosto de falar, imagina então se alguém vai gostar de ler. Por que é recorrente. Por que é piegas e tal. Lá vai.

Estou carente como há muito não me permitia ficar. Fico lembrando do Raul. Eu não sei se por causa do grau de confiança que tinha com ele, se por bestice minha, se por arrependimento, se por solidão. Mas acredito que seja por medo mesmo, de ficar sozinha. Acontece que com ele, e só com ele, eu tinha planos de vida inteira. Ok, eu tinha 17 anos. E dái? Eu gostava muito dele. Planos até mesmo de filhos. Imagina, eu, com filhos. E do Raul...

A questão é: devo curtir minha deprê sentimental como sempre e esperar que ela passe? Devo pedir para o papai do céu arrumar um alguém bem legal para mim [será que eu mereço?] ? Devo atirar para todos os lados [nããão... mesmo fazendo muita força, isso é completamente anti-Ellen]? Devo me arrastar sobre o chão até que me notem? Devo esquecer essa história, no estilo "deixa pra lá de ser" D. Ellen? Devo procurar um terapeuta emocional?

Falando de terapia, 'tá aí uma coisa que eu vou fazer amanhã.

terça-feira, maio 20, 2003

Ow... Lembrei. 'Tô com febre. E suuuper rouca. Vou gravar minha voz assim. Daí quando eu morrer e for para nascer de novo vou pedir para o papai do céu me dar essa voz.
Huahuhauhauhauhahuahuahuahuhuahauhuhuhah... Vida selvagem animal é fo-da!!! Casseta&Planeta, ué. De vez em quando não faz mal não. E, meu, putz, q-que foi aquela prova de matemática de ontem? A de hoje, inglês e português, até que não 'tava tããão fodida. Mas pula. Como eu já disse antes: eu não vou passar mesmo e o negócio vai ser aturar o papai depois.

Bem, aqui estou eu. Não fazendo nada. O que eu fiz o dia todo. Amanhã tem prova de física [aiaiaiaiaiaiai] e química. Falo nada.

O aniversário da minha prima foi legal. Tinha lá uma amiga dela que faz medicina, ficamos conversando. Já nos conhecíamos. Ela é legal e também tentou gostar de outra coisa para não ser preciso fazer medicina. Então 'tá. Hoje passei a tarde toda na casa do meu primo. Escaneei umas fotos que depois ele vai gravar num cd para mim. Que fofo =)

A única coisa séria de hoje que eu tenho para dizer é que a vovó quer que eu vá ficar com ela mas eu não quero porque o vovô não vai estar lá e eu nem posso pensar nisso. Sucks. Shit happens... Daí q-que eu digo? Que não vou? Eu si fu.

segunda-feira, maio 19, 2003

Eu estava dormindo. O telefone tocou e era minha prima me chamando para ir à casa dela. Hoje é aniversário de 20 anos dela. E eu: ãhnnnnnn... Ela falou-falou-falou... te busco se você quiser... Peraí, hoje é seu aniversário, né? É! Ahhhhh... Então, você quer vir aqui? O quê? Como assim? Por quê? Andressa, você não ouviu? Ah, é que eu 'tava dormindo, foi mal... Daí ela teve que repetir tudo. Eu com sono é coisa de louco. Mais tarde eu ia lá na UEM, festar. Agora vou só amanhã.

Foda-se o vestibular. Nesse eu não passo mesmo. Sério. Mas como disse alguém, um dia eu passo, a UEM não vai fugir de lá mesmo... Pena que o papai não pense assim. Nem tudo é perfeito.

Mas fora isso, não 'tá tudo bem. Desde domingo passado de manhã tenho estado febril. Quente. E desde sábado, dia no qual não comi absolutamente nada, não sequer suporto ouvir falar de comida. Bem eu. Isso é realmente intrigante. Uma espécie de tristeza interior. Nada alarmante, apenas estranho...

Antes de dormir me ocorreu, ao lembrar do que a Yu escreveu [de ter saudade de mim e da Dé o tempo todo do lado, uma aturando a outra, e rindo, rindo sempre]... Puxa, lembrei que eu só gostaria de não ter que crescer, de não ter que ficar sem elas, de não podermos estar sempre junto das pessoas que nos fazem bem. É muito triste que tenhamos que não ter mais tempo para tais amenidades.

Lembrei do quanto era bom estarmos as três juntas, da Ingrid dormindo e babando, de eu e a Dé a acordarmos com dedos na cintura alheia, dos pulos da Ingrid Aparecida, delas me chamando Ellen Cristina, Démaria-san, em sinal de respeito. Meu, COMO a gente ria!!! E hoje, ao passar em frente ao colégio, vi um monte de gente que quando eu estudava lá ainda era criança... E eu me pergunto: O que me tornei agora? O que nós, seres de entre 17 e 20 anos, somos?

Talvez eu não tenha aproveitado direito aquela época. Talvez fosse melhor ficar para sempre no terceirão, sem a responsabilidade de ter que crescer, namorando o Raul eternamente. Quando digo ter que crescer não quero dizer que não cresci, apenas que de vez em quando gostaria de não pensar adultamente. Não reclamo das responsabilidades mas sim da falta de opção. Estou num ponto de ou vou para frente ou vou para frente. E não sei AINDA qual a frente que eu desejo ter à vista daqui em diante.

Enfim, às vezes me sinto uma mola encolhida diante de um mundo inteiro. E às vezes gostaria de não precisar de ninguém ao meu lado. Agora, exatamente, só queria não sentir falta de gostar...

Tudo é demais quando não se quer nada, não é mesmo?

domingo, maio 18, 2003

Acho que é para eu ter paciência. E tudo reforça a teoria de que eu vivo esperando. E tenho medo de estar tão acostumada a esperar que quando for a hora de sabe lá o quê eu não perceber. Fundo musical: "Loteria da Babilônia" - Raul Seixas.

Não pensei que seria tão difícil não lembrar do vovô. Ok, recorrente, o assunto. Mas é como se fosse impossível viver sem pensar que sou falível. Que todos somos. Que um dia o mundo acaba, ou eu, o que é mais provável, não é mesmo? É absurdo, eu sei, ficar pensando nisso, mas eu sempre quis ter a ilusão de ser imortal. Seria até bem fácil. Nunca me preocupou muito o fato de que se todos fossem embora eu ficaria só. Eu só pensei que com o tempo me acostumaria e também talvez me tornasse amarga. Porém compensaria porque eu veria tudo.

Sempre me pergunto como será o futuro. Como serão as coisas quando eu não estiver mais aqui e concluo que é muito injusto que tenhamos tais idéias sem que possamos saber de verdade como vai ser. Muito injusto que não exista uma maneira de nossas células não acumularem toxinas [corantes, marronzinhos, tipo aquelas manchas de pele dos idosos], de não serem constantes.

Fico pensando se as pessoas que realizaram a história que vai estar lá na prova do vestibular sabiam o que estavam fazendo. Fico pensando se aquilo aconteceu mesmo, pelo menos se há alguma veracidade no que se lê, no que se registra. Será que ninguém pensou que, se não se tomasse certas providências, todo o ouro garimpado no Brasil colônia e remetido a Portugal seria - como foi de fato - transferido não muito pouco a pouco para os cofres dos nada lordes ingleses? Será que humanos nunca têm consciência do que se faz no momento em que se realiza?

Certa vez eu li um livro em que o personagem principal queria que existisse uma fórmula da imortalidade. Não me lembro direito, mas acho que ele a encontrou e então era necessário que encontrasse alguém para quem desse um gole da poção evivesse a eternidade com ele. Bonitinho. Gostaria de um dia gostar tanto de alguém a ponto de considerá-lo merecedor de um gole da minha poção...

sábado, maio 17, 2003

Dead

All I want in life is to be happy (happy).
It seems funny to me.
How fucked things can be.
Everytime I get ahead.
I feel more dead.


Isso é Korn, e eu 'tô super feliz por ter achado ele. Hmm...

Nós [eu+mamãe+Luiza] fomos lá na casa da vovó à tarde. Tudo em paz até quando a Lu disse que era para a vovó ensiná-la a fazer cocada para que quando ela, por sua vez, ficasse velha soubesse fazer o doce. Daí a vovó respondeu que era melhor aprender logo porque pelo visto ela não duraria muito. E foi nesta hora que surgiu o mesmo nó na garganta que toma todas minhas cordas vocais agora que penso nisso. Olhei bem para a vovó e disse que "olha lá, hein... o vovô e a senhora sempre queiseram ir à minha formatura, e se não for ninguém eu vou ficar revoltada". Na hora quase chorei de verdade, como ainda não chorei e talvez seja por isso que estou assim.

Ovindo Quase Nada do Zeca Baleiro. Queria estar me sentindo assim...

E, ô meia dúzia que me lê de vez em quando, sorry pela chatice que isto está sendo ultimamente. Foi mal mesmo...

sexta-feira, maio 16, 2003

Escrevi um post bem grandinho até mas foda-se ele. Eu demais da conta. Daí que a Gisella fica dizendo pr'eu voltar para a terapia e a mamãe quer porque quer que eu vá atrás de psicólogo. Blá-blá-blá.

Engraçado que antes eu até gostava de falar de mim mas depois que alguéns olharam esquisito para mim por que eu disse que meu pai era mesmo um chato eum olhou para o outro de modo a quererem dizer: ai lá vem ela com ela de novo. Ok. Talvez estivessem certos e eu agora procuro nem pensar nisso porque dói. Pula.

É muito mais legal eu ficar nas minhas orgias intelectuais. E fora que agora só consigo pensar que vai ser difícil eu voltar a confiar em alguém a ponto de dizer "eu amo você" depois do Raul, e também em minhas idéias absurdas a cerca do mundo. Eu disse que sou normal? Disse?

quinta-feira, maio 15, 2003

por aí...
Você é um vinho de uma safra muito especial, e até hoje eu não sei se eu só bebi um gole ou se eu bebi a garrafa toda de uma vez, muito rápido, tão rápido que não consegui sentir o gosto, não consegui perceber o quanto era bom e o quanto era raro...

Nunca pensei que um dia fosse ter uma crise "alérgica" tão foda. 'Tá muito difícil engolir e respirar. Mas deve ter um fundo emocional, como já disse para alguém.. Sou a miss Psicosomática. E é claro que minhas unhas foram pr'o pau.

É a vida e eu não vou desistir dela, all right? [até parece que eu sou tão forte... e alguém que eu não lembro quem me disse que eu sou forte sim, mas eu não sei]

terça-feira, maio 13, 2003

vovô morreu

segunda-feira, maio 12, 2003

Cólica é quando você sente vontade defazer cocô mas não tem merda nenhuma...

[frase minha, mesmo]

O vovô 'tá na UTI desde anteontem à noite. De lá ela sai no máximo amanhã ou depois. Já do hospital... bem, essa é uma oooooutra história.

Eu volto! [...]

domingo, maio 11, 2003

Daqui a pouco a parentada começa a chegar aqui em casa. E no Dia das Mães todas estarão fazendo comida numa cozinha absurdamente entupida de gente e de cheiros que engordam por si só. Pula.

Dizem que Sócrates dizia que "só sei que nada sei". Atrevo-me a desconfiar que então é necessário que suponhamos que possa existir outras coisas além das que tomamos conhecimento através de nossos sentidos convencionais. E bem. Isto é um dos pilares da idéia do cogito de Descartes [da dúvida]. Mas convenhamos: vivenciar uma dúvida é ruim, conviver com elas, ao menos no início, é realmente inumano. Nada que não possa ser superado e eu estou aqui para humildemnte ver se "dá pé".

Não sei se já escrevi sobre meus queridinhos aqui. Os fractais. Sucintamente: uma matemática, ou melhor, uma geometria de "objetos" de dimensão entre 0 e 1. Basta dizer que um ponto tem dimensão igual a 1? Poi é. E os gráficos gerados em computadores [eles geralmente são chamados de "pipocas de Júlia"] são incrivelmente parecidos com supernovas, galáxias, gigantes vermelhas e anãs brancas... estrelas - universo. E também são incrivelmente parecidos com as proporções da natureza... Quero dizer: pode ser sim que exista uma equação geralde todas as coisas. E faz muito tempo que penso nisso.

Leve-se em conta que tudo pode ser considerado como um sistema de sim e não [a dualidade escatológica: dúvida - e de novo Descartes] e daí que fico doida qualquer dia...

Por agora chega! Ok, D. Ellen?

sexta-feira, maio 09, 2003

"Quando penso sobre meus sonhos claramente, vejo que nunca existem sinais certos pelos quais estar acordado pode se distinguir de estar dormindo. O resultado é que fico tonto e esse sentimento só reforça a idéia de que eu posso estar sonhando"
René Descartes


Bem. Continuo com medo de estar pensando em excesso. Continuo com medo de enlouquecer. Continuo tendo receios quanto a existência ou não de um deus real. Continuo com medo de não ser gostada. Continuo pensando na incerteza da minha existência bem como dae toda a realidade à minha volta... Continuo sendo eu após um período de auto-conhecimento [conhece-te a ti mesmo...]. A diferença é que antes tais pensamentos geravam choro e profunda sensação de insignificância. Talvez eu continue não sendo nada. Enfim.

Pois então. Quer dizer que se eu nunca havia lido nada disso antes, que se eu não tive as mesmas experiências que as pessoas que pensam da mesma maneira que eu, então pode ser que não seja exatamente piração minha todas essas coisas? Et coetera. Pode ser que eu não seja [ainda] maluca, certo?

O pior é que esta não é a melhor hora para pensar nisso. Tenho um vestibular no qual eu não vou passar. Pai enchendo. [e quando eu digitei hora saiu hgora, quer dizer, agora é a hora, não há necessariamente uma hora específica... que neura...] Ok. E eu fiquei 2 anos sem pensar nessas coisas. Agora tudo de novo. Realmente. Talvez esteja mais capaz de correlacionar conhecimentos e apartir destes fundamentar novos.

É certo que é no mínimo curioso o fato de eu e mais alguém tenhamos pensado da mesma maneira ainda que sem conytato algum e sem nada em comum em nossas vidas. Caramba. Eu nem tive tempo de estudar um monte nem de ler obras e tratados, ainda. Ai-ai-ai.

Mas é difícil. Porque não tem ninguém que eu conheça que esteja afim de pensar comigo. Porque dói, às vezes, dói. Sempre eu acabo ficando com a sensação de que sou uma excessão à regra. Se há uma regra. No fim das contas pode ser que eu seja meu sonho. Ou o de alguém. Ou nada disso. O negócio é que não posso ter certeza de exatamete nada!

Fico me perguntando se há um deus. E então estaria blasfemando. Prefiro achar que ele existe e à sua procura é preciso que não admita sua existência. Que na busca eu não visualize seu fim. Porque se você procura por algo já esperando pelo resultado, previamente, antecipadamente... bem. É provável que criemos uma ilusão no sentido de satisfazermos nossos anceios.

[uma pseudo-realidade criada por nossa inconsciência, ou por quem for apaz de controlá-la]

[e foi mal pelo pseudo, eu também odeio a mania que os aspirantes a psicólogos tem de classificar tudo de pseudo-qualquer-coisa e de dizer que todas nossas atitudes são projeções...]

[sorry-sorry-sorry]

Então. Um post enorme sobre algo que ninguém, exceto eu mais meia dúzia de malucos, quer saber muito menos pensar. Vai ver que é por isso que isso aqui não tem audiência nehuma, exceto eu mais nem meia dúzia de malucos =P
Deixa eu ver por onde começo...

Primeiro as coisas sérias. Ou não.
Meu, o primeiro ministro da Itália, o Sílvio Berlusconi [o Sílvio Santos de lá, e eu devo ter escrito alguma coisa errada, nor-mal] quer acabar com a imunidade parlamentar. E, lógico que o maior beneficiado é ele. Porra. Vai ver que tem brasileiro demais por lá. Ou vai ver que é por culpa não só dos portugueses que somos tão corruptos. Alguém lembra se o Macunaíma tinha qualquer coisa de italiano?

Acabei de lembrar, via Jô Soares, que o próximo Rock in Rio será, muito provavelmente, em Lisboa. Ok.

Agora, as cacas diárias [que eu não sou santa, meu bem...].
Então. Ontem, eu bela e formosa de pijama na sala, meu pai chega com... o Pablo! Caralho. Fazia no mínimo uns 4 anos que eu não o via. Bem, só digo que os 4 anos fizeram uma boa diferença, etc e tal. Daí ele dormiu aqui, em casa. Hmm. Viajei um monte. Tipo. Eu o atacando à noite. Ou ele me atacando... Papai, nós estamos juntos, no outro dia de manhã, quando ele percebesse dois corpos onde antes só havia um.

A briga. Porque me pai jamais aceitaria [mesmo o Pablo sendo filho do Beto, o melhor amigo dele, e principalmente por isso] essa situação. Certo. Piração minha. Mas eu realmente pensei tudo isso e mais um pouco. Eu grávida [credo!], a briga de família, eu não fazendo faculdade de Medicina... Viu só porque é que pretendo ficar bem longe de relações carnais com qualquer um que seja? ë ué. Sempre se corre riscos, por mais que cuidados sejam tomados. Mas pula.

Bem. Agora estou passando a língua nos dentes, o tempo todo, numa atitude nada sexy, pelo simples fato de que mui em breve eles [os dentes] estarão cobertos por pecinhas indesejáveis de metal que eu espero que seja do tipo inoxidável. E minha boca está toda fiapenta, bem invernal. Creca.

Ai, Jesus. Quanta nóia.

Ah. E 'tou de cara.

quarta-feira, maio 07, 2003

Ok. Eu sei que hoje eu já fiquei 4 horas sem estudar. Mas eu mereço. Fiz uns exercçios de Física muuuito fodas mesmo, 'tou me achando...

E meu pai 'tá jogando sinuca com uns amigos. Daqui a pouco vou tomar banho gelado, porque por mais que o chuveiro consiga esquentar a água, ela chega na forma de chuva de granizo em mim. Segundo meu irmão de 1,88 m isso acontece devido ao meu tamanho diminuto... Engraçadinho!

'Tou abismada com uma coisa, descobri o tamanho da minha blusa cinza: 14. Isso aí, 14, Hering Kids. Mas eu não concordo com isso, não sou tããão baixinha assim.


[mãe do céu, quanta caca sai da cabeça da gente quando se estuda física...]

Outra cosa: descobri sem quere o telefone do Raul. E o pior é que decorei.
'Tou sarcástica demais até pr'o meu gosto. 'Tou um cu.

terça-feira, maio 06, 2003

[Olha só que amigos e irmãozinhos fofos que eu tenho.]
Hoje cedo [11h] liga a Gabi aqui para me dizer que o professor de cálculo ainda não havia soltado as notas por pura filha da putisse e por isso que ela ainda não tinha me ligado dizendo que nota eu tirei. Ele só liberou as bombas às 13h30. Daí que 13h aparece aqui em casa o Rogério perguntando se eu não queria ir à UEM para ver minha nota de cálculo e de química [eu tinha me feito o favor de esquecer desta última...], que ele me levava. É. Todo mundo sabe que eu ODEIO ir a pé para lá. Porra, são 40 minutos de caminhada feroz.

E tem meus dois irmãozinhos: o Yuri [8] e a Luiza [12]. O Yuri sempre que eu peço me faz as melhores saladas de tomate e pepino que eu conheço. E sempre me leva café e água, cobertor, carinho... A Luiza, se eu prometer uns 2 ou 3 beijos, até faz uns favores.

[19:55 05/05/03]
Eu e a Ingrid, no telefone:

Eu:Adivinha quem veio aqui hoje?
Ingrid:O Raul?
Eu:Não...
Yu:A Joyde?
Eu:Não...
Yu:É homem ou mulher?
Eu:Nenhum dos dois... é homem e mulher.
Yu:O Lucas???????
Eu:Pffffff... Hahahaha! Não! São duas pessoas. A Ana Paula e o Francisco, loca.

Ok. Hoje fui lá na Joyde [láááá embaixão], com direito à parada na biblioteca, em menos de 20 minutos. Eu sou fodona.

Duas notícias, uma boa e uma ruim. A boa:tirei 6,0 em cálculo!!!!! U-hul, na média. A ruim: eu precisava de 9,0. M-E-R-D-A.

segunda-feira, maio 05, 2003

Aí... o "troço" que eu escrevi logo abaixo 'tá cheio de repetições, e é bom que se diga: propositais. All right?
Alguém já pensou em como é contraditório o que "pregamos" sobre o não-julgamento de terceiros? Antes de mais nada isso é um mandamento cristão, e mesmo os ateus tendem a aceitar - salvo os que são um tanto quanto desprovidos de alter-ego e estão pouco se fodendo pr'o resto do mundo.

Hoje eu atinei para um "detalhe" nada básico. Ok. Somos seres humanos. Logo, temos livre arbítrio, temos condições de escolha mesmo quando não aceitamos qualquer que sejam os caminhos apresentados a nós. Onde eu quero chegar?

Se temos escolhas a serem feitas, o modo pelo qual estas serão feitas é a partir do julgamento que faremos de cada situação, pessoa, caminho a ser tomado, etc. Então não há maneira de seguirmos nossas vidas sem que existam os julgamentos. O que seria de nossas vidas sem os julgamentos [e por que não dizer pré-conceitos]?

Não existe essa história de não julgar as pessoas. Mesmo quando parece que topamos de repente com alguém que não julga os outros, pode ter certeza que ela julga sim. É desta maneira tosca que podemos viver. É assim que tocamos nossas vidas. Que erros são evitados e cometidos. Imagino que com o passar dos anos nossa capacidade de captar sinais de outrém é refinada. E julgamos com mais exatidão. E é claro que existem exceções, sempre existem exceções [quanto ao fato do "refinamento"].
Cara, a I. Aparecida nervosa é a coisa mais engraçada do mundo. Ela ligou aqui para conversarmos. Faz tempo que isso é quase impossível, já que eu tinha aula durante o dia e ela durante a noite.

Ok. Idéias amadurecidas por nós duas. Coisa para daqui a pouco... Aguardem. Hehehe =D



domingo, maio 04, 2003

Eis-me aqui novamente, após um churrasco ao qual eu não queria ir. E ainda tive a bondade de avisar meus digníssimos amigos que seria uma bosta, mas como sempre, eles dizem que não escutam crianças. Crianças, subentenda-se: eu! Fala sério...

Primeiro a Gabi que resolveu fazer um churrasco 'final' na casa dela e falou com a turma. Daí as meninas [Fer, Sílvia e Simoni] iam jogar no Interbio descobriram que o seu churrasco seria no mesmo dia, ontem. Então o pessoal achou melhor cancelar o da Gabi e ir ao do Interbio. Eu: não quero, não vou. E não ia mesmo. Mas a Gabi me intimou literalmente: você vai, e ponto. Vai todo mundo etc.

Chega lá na ADUEM cadê os biólogos do Cesumar? Acabou sendo Interbio só da UEM. Bando de exclusivistas isolados. E uma banda que tocou umas coisas legais [Pixies, Weezer, Pavement, Breeders, Ramones, Velhas Virgens e uns blues] mas fez mais barulho que qualquer outra coisa. E acabou a cerveja muito cedo. Beleza. Aí saem os gostosões do quarto ano recolhendo dinheiro de novo. Fora que a carne 'tava sangrando. Eu não tinha nem almoçado mas achei melhor não comer aquilo.

Eu: eu avisei, cambada de manés, que ia 'tá uma nheca! 21h chegamos a conclusão que melhor seria ir embora e beber lá na Gabi mesmo. Não fiz mais nada porque fazia só três semanas que não dormia direito e fui dormir lá na Gabi mesmo em torno das 21h30, que delícia!

Hoje acordamos às 10h e D. Gabriela foi me contar que ligou pr'o Barrageiro, segue diálogo:
Gabi: Barrageiro, cê num quer vir aquei não?
Barrageiro: Q-que tem aí?
G: Três cervejas e eu...
B: (...)Tá!
Daí quando ele chegou lá ela desceu e ele estava na calçada. Ela disse oi de longe, foi se aproximando. O Barrageiro estava vestindo uma blusa com gola tipo jaqueta. A Gabi grudou na gola e tascou-lhe um beijo. U-hul! Gabi, Gabi, Gabi... Que intimada, minha amiga!

sábado, maio 03, 2003

: sim, é mais sério do que eu gostaria que fosse. Mas por enquanto 'tou dando uma de "eu já sabia". Eu já sabia mesmo que ele ia acabar mais ou menos assim, e tinha esperança que o rumo disso tudo mudasse. Sei lá, minha vó, a mãe da mamãe já esteve bem mais "podre" que ele e eu tinha tanta certeza de que tudo ficaria bem de novo que ficou. Ela está aí, mais viva do que nunca, se cuidando, passou por tratamento natural, que foi o que salvou, e quimioterapia, perdeu todos os pêlos e cabelos do corpo, agora tá tudo bonitinho...

E continuo sem saber direito o que pensar. 'Tava vendo Uma Mulher de Coragem na Globo, cheio de injustiças daí mudei de canal para não ter que pensar, não quero chorar, ainda não. Se eu desmoronar, o que será do resto da família? Da vovó? Pronto, lágrimas... E ele me chama até hoje de Nenê, o que gera ciúmes generalizados nos outros netos. Sou a neta mais velha e fiquei sabendo recentemente que ele faz a maior propaganda [enganosa] de mim.

O mais foda é que o vovô sempre teve uma puta vontade de viver, sempre fazendo lá suas cagadas e se reinventando, criando, mudando, sendo cigano, segundo a vovó. Pura coragem teimosa, persistência. O negócio é que a teimosia bateu mais forte e ele se fodeu. Merda. Agora é ser forte e continuar acreditando que se ainda não deu certo é por que não chegou no fim...

E falei tudo por que 'tava mesmo precisando ver como ando por trás da máscara. Foi mal...

----->Amenidades...
Acho que hoje [mais tarde] vou sair com o pessoal, a turma. A Má: beber até chapar os coquinhos! O milagre é que o Rogério e o Marcos vão junto. E a Gabi: quero voltar engatinhando pra casa! Ou não voltar... Mein Got..! Depois eu tento postar umas duas fotos do trabalho de Filosofia, da gente fazendo banquinho de garrafas PET. É que eu sou uma toupeira mesmo =P

sexta-feira, maio 02, 2003

Hoje o vovô veio aqui como todo dia. Só que, como ontem, não foi à radioterapia. Ele tem um câncer de pele que começou com uma feridinha de nada, há uns 8 anos. Ano passado pipocou tudo. Quando foi feita a biópsia, no lábio superior, ficou um buraco que só cresce e ele está com um buracão agora.

Hoje ele estava mais mal que o normal, e na ferida haviam larvas. É. Bichos como os da goiaba. Necrose de tecidos vivos. O nariz do vovô está indo 'pr'o pau' feito a boca dele. O foda é que foi por teimosia dele e agora não dá para fazermos mais nada. E é o vovô, cara... Meu vô está cheirando a defunto, e eu ainda não sou uma médica...
Calculo, logo desisto.


É ué. Fiquei para exame em cálculo. Suuuper básico. A frase aí em cima é uma paródia do Descartes, que 'deu de cara comigo' assim que entrei com todo aquele ânimo para fazer a última prova. Uns doidos lá rabiscaram o quadro todo com coisas desse tipo. Tinha até um 'limite de alunos ficando para exame = assassinato por justa causa de professore de cálculo'. Santo desespero!

Mais engraçdo que teve uma hora que me deu um ataque de riso [nervoso], e o povo começou a rir comigo da minha cara. Pior mesmo que não adiantou picas estudar 8 horas por dia e beirar a loucura completa nas mesas da biblioteca, não adiantou fazer vaca-amarela [meu, o mais foda foi todo mundo ter fechado a boca, e ficar olhando um para a cara do outro e quando a Má berrou "porra! não deu certo de novo" e viram-se todos: comeeeeeu! hahahaha...], não adiantou pedir a Deus para não enlouquecer... Caralho de professor foda, desgraçado.

Nestes dias que não existi da maneira habitual estudei um monte. Provas+trabalhos+seminários. Tudo, de tudo. Mas daí eu descobri que tem umas pessoas aí que apesar de tudo gostam de mim.

Domingo, 09h da manhã. Eu: chegando na casa da Gabi para mais um dia de estudos forçados de matemática. Óculos escuros na cara. Cara: de acordei-agora-e-isso-é-contra-meus-princípios-de-vagal. A Dri: eu não acrediiiiito! A Ellen estudando, e de domingo!!! Eu: aquele dedo, o mais útil de todos os que possuimos, o dedo médio, pai-de-todos, Dri, ó pu'cê _ | _

Eis que ontem, feriado básico, me acordam às 07h30: Ellen, acorda. Temos trabalho de Filosofia, fia! Vamo lá, 'cooorda! 08h30, na casa da Marta [a professora]. Aí chega lá, as garrafas - umas 150 - já lavadas [lavamos quarta-feira depois da apresentação do seminário de Zoologia] são marcadas e cortadas e encaixadas umas nas outras e coladas e fixadas e por último as espumas são coladas por cima e todo mundo senta nos 'banquinhos' para ver se ficou confortável. Ficooooou, u-hul! Hoje de manhã a mamãe fez a capa, com um tecido verde quase limão com umas menininhas azuis e escrito "Ju". Singelo.