domingo, novembro 30, 2003

Às vezes penso em ir embora, no meu sentido. Fazer tudo o que devo fazer, o que esperam de mim - corresponder a todas as expectativas e sair daqui. Ficar sozinha. Sentir sozinha. Pensar sozinha.

Queria ir prum lugar que só tivesse eu, livros, música, água. Algum lugar meio praia deserta. Não que eu goste de praia, por que eu as odeio: aquilo de ter que parecer feliz, completo, sarado, amado. Toda aquela perfeição. BleH! Eu tô chata mesmo...

Queria um lugar em que ninguém se importasse comigo, nem pro bem, nem pro mau. E que eu não me importasse com qualquer um. Não precisava de ser só eu, mas que só eu me importasse. [ó... como sou egocêntrica...]

Muita água pra me distrair. Eu adoro ver e ouvir água. Muitos livros pra estudar, me formar. Muito tempo. Tempo pra pensar-ser. Essa maldita necessidade de auto-suficiência momentânea. Eu não sou assim o tempo todo, é só de vez em quando...

Às vezes eu tenho dessas necessidades toscas de independência... Tsc-tsc. EU: o ser mais carente do mundo... Mas o mundo dá voltas, hein!?

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Rá! Descobri uma coisa mais degradante que ter seu pé parecendo uma batatinha [é, meu pé tá assim, mó inchadão... indecente! sentindo um dedo encostar no outro... urgH!]: são os malucóides que pagam mico na tentativa de virar big brother... ó Jisuis!! Falo nada...

quinta-feira, novembro 27, 2003

A VACA ATOLADA


Eis que eu estou de folga forçada em casa. Machuquei a pata. Isso aí. Voltando da aula de física química meu chinelo ficou preso numa valinha, estava escuro e eu não vi. Voltando apressada por que já era quasa dez da noite. O pé ficou, a perna foi. Foi-se meu joelho outra vez.

Ainda andei 500 metros, não agüentei e sentei numa amurada e então a Sara me viu. Aquela cara de espanto: que te aconteceu?? Acho que e torci o joelho... de novo. [eu com cara de urggggggh!! - porra que dor! doia mais que da primeira vez, uns 3 anos e meio atrás, quando torci o maldito joelho esquerdo jogando basquete]

Hoje pela manhã a coisa estava maior. A dor, o diâmetro. Aí fui pro médico. Sabe que ortopedista é o ser mais delicado da face da terra. E como ele é TÃO legal: puxou, empurrou, torceu, apertou. Eu: chorando, urrando mesmo de dor... Resultado: 'tô entalada. Colocaram um treco de gesso na minha perna esquerda, que é uma be-le-za pra andar...

segunda-feira, novembro 24, 2003

... a língua é um pequeno membro, que diz muitas coisas.É como uma pequena chama que pode incendiar um bosque todo. A língua também é como um fogo; como mundo de iniqüidade, está posta dentro de nossa boca, e contamina todo o corpo com maledicências e palavras que proferimos sem pensar.

Por que machucar é fácil e sarar demora e deixa cicatrizes que sempre nos lembrarão do que nos foi feito. Por que esquecemos o que de bom e edificante foi dito: o que magoa permanece. Mas nenhum homem pode domar a língua. É um mal que não se pode refrear; está cheia de peçonha mortal.

Vai. Diz aí daonde eu tirei/pensei isso...

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Aê!! D. Ellen teve seu primeiro dia de 'tia'. Um puta medo de alguém chegar e perguntar alguma coisa que eu nõ consiga fazer de imediato... mass... pra não dizer que ninguém foi lá na nossa salinha, foi um menino. E como era menino, foi falar com os... MENINOS!! Normal. Né!?

Mas então, antes de certas pessoa perguntarem sobre os outros dois monitores... Tem o Ricardo e o Djalma. O primeiro é loirinho e simpático. O outro é moreno branquinho e quietão. Por enquanto. Fiquei resolvendo os exercícios de química que os professores passaram pro plantão de revisão da UEL e Federal. De boa.

Hmm. 'Tô muuuuito cansada. Depois fui fazer a matrícula no curso de química e f;isica e os professores de lá são o cúmulo da simpatia. E são acadêmicos de Medicina da UEM. Epa! Uma luz no fim do túnel: é que o povo que faz Medicina aqui é mesmo muito cuzão.

sábado, novembro 22, 2003

Eita! Que eu 'tô feliiiiz!!
Só hoje que nós conseguimos falar com o papai, que estava perto de Cuiabá. Essa história de vento solar deixa celular fora de área. Daí a mamãe contou que eu consegui a bolsa e ele perguntou se eu ainda queria fazer os cursos específicos. Imagina! Já liguei e reservei vaga, segunda-feira matrícula e terça e quinta, aula das 18h30 às 21h40. Estuuda! Tooma!

E recebi e-mails, e teve uns comentários, o que me deixa bem satisfeita. Recebi enquete. Eu adoro enquete. Sim, meio exibicionista. Tinha uma pergunta sobre o que tem debaixo da tua cama. Além da poeira, que junta de um dia pro outro [ódio], tem uma caixa com minhas agendas. Explico.

Tenho agendas desde faz muito tempo. Tipo desde a primeira série, onde eu colava figurinhas 'Amar É' e escrevia versinhos bonitinhos, além das coisas pra não esquecer. A partir da sétima série a coisa ficou mais subjetiva, e como eu sabia que não adiantava nada esconder que alguém sempre acharia e leria, eu escrevia de maneira a lerem e não entenderem lhufas. Eu sou boa nisso. A tal história das entrelinhas, como ninguém me conhece de verdade, ninguém entende e assim por diante.

Escrever é antes de mais nada algo visceral. Tem três coisas que NÃO POSSO ficar sem: dormir, ler, escrever. Depois tem aquela de ser terapia. Mas o fato é que eu gosto muito de por coisas no papel. Ou na internet, agora. Continuo a ter uma agenda, lindona, caprichada, auto-biográfica [óbvio, hehe] e essa ninguém lê.

Lembro de há muito tempo alguém dizer que 'um homem tem que plantar uma árvore, escrever um livro e ter um filho...' Abstenho-me do filho, árvores já plantei aos montes, e o livro sai um dia. Mas nem vai ser auto-biográfico. E o soberano ego, e o alter-ego vão ficar bem quietinhos e escondidinhos...

Aliás, eu o tinha iniciado. 'Tá lá, paradão, esperando eu virar gente de verdade e ter o que dizer sem parecer patético demais...

sexta-feira, novembro 21, 2003

Ótemas notícias!! D. Ellen é a nova monitora do colégio Platão. Pois então. Ontem o coordenador do cursinho me ligou que queria conversar comigo, passar as instruções etc. Se eu estou feliz?? 'Magiiiina!!! Daí hoje de manhã fomos lá no Nobel cancelar a matrícula, e a D. Moça lá queria me dar bolsa também... Mas que coisa! Quando eu pedi ninguém quis dar... E daí? Daí vou pro Platão mesmo por que é aqui do lado de casa [três quadras].

Vidinha mais ou menos a minha. Paraaaaada... Paaaaz... E tenho que convencer minha mãe de me deixar sair com a Ingrid sábado que vem pra ver o Fulano tocar. Tenho deixado ela muito na mão nesses assuntos de companhia pra sair.


post scriptum: Sabe há quanto tempo um monte de coisas não dá assim tão certo de uma vez só? Acho que isso nunca me aconteceu. [Eu sempre quis dar aulas. Bem, ser monitora é mais ou menos como um plantão tira-dúvidas.] Não é só o fato de ter conseguido a monitoria, vai dar pra eu fazer um curso específico de química, vou fazer o vestibular da UEL, e mais outras coisas de nível psicológico =)

segunda-feira, novembro 17, 2003

É, ué. Eu devia estar no cursinho. Primeiro dia de aula e tal. Mas acontece que minhas queridas pupilas estão TÃO dilatadas [até agora] que num tô vendo muito bem. Só passei lá pra pegar as apostilas e a d. Moça achou estranho, muito suspeito, eu de óculos escuros numa manhã chuvosa.

E ontem foi domingo com pai em casa. Aliás, acho que ainda não contei que dear dad comprou uma moto massa pra caramba [uma Honda NXR Bros - 125 cc]. Porém, dear dad que é o meu me proibibiu até mesmo de sonhar em pilotar a máquina. Andressinha do coração: pra você é só Jog, no máximo uma Honda Bis... HunF!! Sacana, papai.

Daí fomos nós todos prum churrasco regado a 4 caixas de cervejas, mais que suficiente para que à excessão de moi e algumas, mas não todas as crianças ficarem molinhos-molinhos. Os primos da minha mãe. Mó comédia, véio... Sei lá se fazia muito tempo que eles me viam, mas só ficavam falando "virou mulherõ ela, hein Serginho..." Serginho é papai, o maior deles. Santa ironia, Batman. [Sim, eu dormi com o Bozo, seus abusadinhos... Nhé-nhé-nhé.]

Então, um dos ficou viúvo recentemente [umas duas semanas]. Pra atentar o papai ele ficou dizendo que iria se casar comigo. Ah, vá se fuder! Ó só eu casando _|_... Uma hora o Sílvio me contou que meu pai disse que quem tocar na minha filha escolhe onde quer o tiro: na testa ou nos pulmões. Eu imagino que se ele um dia vir a saber das merdas que já fizeram comigo, primeiro é claro que ele me dá aquele sermão, depois vai atrás dos malditos dar sova.

Sei não. mas eu gostei disso. Eu me senti protegida. Eu fiquei feliz em saber que alguém zela por mim se eu precisar...

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E ontem aconteceu uma coisa que por sua extrema raridade me deixou até emocionada. Minha irmã, que está em sua fase "eu sou um cu" fez lobby político pro meu pai deixar eu fazer auto-escola!!

sábado, novembro 15, 2003

Não. Eu não sei o que pensar. Eu não sei o que fazer. Eu tenho uma vida inútil. Logo: eu sou inútil. Que eu quero com isso? Pode ter certeza que não é gerar comiserações alheias. Isso é um desabafo e, por favor, se isso gera constrangimentos em alguém, por favor, feche a janela, saia daqui, etc.

Eu sou alguém que tem muito medo de um monte de coisa. Tipo de perder alguém, já falei inúmeras vezes disso para tentar me acostumar com a idéia de que ninguém é de ninguém, nada e nem ninguém é imortal - dura para sempre. Não sou mesmo possessiva. A questão do niguém é de ninguém é só uma maneira de dizer que um relacionamento [não só entre amantes, amigos principalmente] não dura para sempre nem da mesma maneira que começou. Quanto advérbio, fazer o quê?

Daí que fico paradinha na minha, feito Chapeuzinho Amarelo do Chico Buarque. O pior é que eu não era assim, eu não sou assim. Estou assim. E eu não sei o que fazer, já que confiar é muito-muito difícil. Só não quero perder esperança e ingenuidade e espontaneidade e sentimento de mundo. Sim: sou bem sentimental, emocore. Eu me preocupo pra caramba com os outros e pode ser, pode ser, que seja para não lembrar de mim.

Mas e daí?

[fui... mas não pra sempre, como parece que virou moda no mundo blogístico... 'tou de cara, hunF!!]

sexta-feira, novembro 14, 2003

Não tem muito o que pensar, não tem muito o que postar. Pra não cair na mesmisse de dizer meu ínfimo cotidiano [e hoje tive cólicas fe-no-me-nais - eu adoro cólicas, aquele estado em que temos vontade de fazer cocô mas não sai merda nenhuma, como já disse antes...], vai aí uns sonhos.

Outro dia eu sonhei que todos, absolutamente todos meus cabelos caiam. E isso é muuuuito pior que qualquer pesadelo. O que eu mais gosto em mim é do meu cabelo. Liso, compridão, multi-cores [ele tem o dom de transmutar, digamos]. Pois é. Toda vez que sonho isso acordo meio no desepero.

Daí outro dia tive três sonhos. Nenhum lá muito bom. O primeiro foi com o Raul [lembra? aquele ex-namorado de 1 ano e meio de namoro, com quem tive uma quase volta totalmente frustrante na semana do meu aniversário - ô presente!! visitem os arquivos de julho, se assim quiserem =) ]. Sonhei que minha ex-coleguinha de cursinho, a Camila, chegava e me entregava uma caneta:

- Ó, devolve pro teu 'namorado'... - uma caneta.

Então eu me encontro com ele, ele com aquelas calhordisses dos últimos tempos. Eu preocupada que tinha que voltar pra casa. Sem o menor saco pra ele. Conclusão: eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeba!!! Não gosto mais nem um pouco do Raul. Até outros dias tinha lá minhas dúvidas. Coisa triste. Tsc-tsc...

Os outros sonhos eram tããão importantes que agora esqueci. Por isso é que eu devia ter anotado. Eu sempre esqueço tudo. Só quem eu quero esquecer é que demooooooora pra esquecer. Ow SHIT!!

terça-feira, novembro 11, 2003

Pessoas que não tem nada pra fazer da vida como eu, que estou assistindo Sessão da Tarde: sinto muito, mas Billy Zane [o Fantasma] não é mais massa que o Robert Downey Jr. [Chaplin]!! Ora-ora. O filme é basicamente fofo. E eu adoro coisas fofas. Fofo é um adjetivo indefinido. Quer dizer legal, meigo, que dá vontade de dizer: onnnnnnn!! Dá vontade de morder, de ter, de que aconteça com você: a mocinha [Marisa Tomey], quando adolescente fez uma brincadeira - tipo aquela do copo, lembra? - acho que com o irmão, e o nome da sua 'cara-metade' era Damon Bradley.

Daí ela vai atrás dele na Itália e acho que fica com outro [nem fica não, fica com o tio certo mesmo, o Jr.]. Mas isso não é o mais importante, ela foi atrás de alguém. Sabe quantas vezes eu fiz isso diretamente [eu sempre vou atrás do que quero, nem sempre consigo, é claro, mas eu vou, mesmo que indiretamente]? Acho que só uma, e deu tão, mas TÃO errado que... deu errado. Pronto.

'Tá. O filme se passa na Itália, o que me faz lembrar do meu bisavô comédia, que morreu a contra-gosto aos 92 anos. Menos de 1 ano depois, minha bisa morreu também, mas ela não era muito legal não, quando ele queria beijá-la ela não permitia. Esse ano, dia 4 de julho, meu aniversário, ele faria 100. E eu fico reclamando de não ser imortal... Então não queria viver muito assim, morrer logo. Às vezes sonho que vou morrer com uns 40 e poucos anos, pra não me apoderar muito do sentimento de estar viva. Estranho? Mais estranho ainda é sonhar isso desde que me lembro por gente. Sério.

Eu deveria ter nascido na Itália, comer macarrão sempre, polenta com queijo, pizza-pizza-pizza!! Tique no queijo e pumba na polenta, como diria meu vô. Eu deveria ter nascido na Itália, corações ardentes, latim na veia, vinho tinto, Spinoza e a Biblioteca proibida do Vaticano!! Rômulo e Remo, Veneza!! Quem sabe lá, minha Pasárgada, eu teria mais coragem, menos receio... Quem sabe lá tenha alguém que cuide de mim para eu cuidar dele... Et coetera. Isso é latim. :)

Sabe aquele sorriso meio triste, de auto-comiseração, é o que tenho antes de dormir. Algo do tipo: go girl!! Você tem que continuar. Quem sabe(...)??? Aaaaai-ai.

segunda-feira, novembro 10, 2003

IngridEEEEE: não dá pra comentar no teu blog... 'tou de cara :/

Ué-ué-ué... Alguém consertou o breguecinho ali do icq, e não fui eu com certeza, já que eu sou incompetente o suficiente para não fazer nada direito...

Mas então, domingo foi aniversário da minha vó, uma das, a mãe da mamãe. Numa idade perigosa: 69 primaveras!! =) Daí que foi aquela coisa de almoço de comingo com conotação mega familiar, aquilo de namorado de prima e amigo de primo. Eu simplesmente ADORO almoço de domingo!!!

Hmmm... Segunda-feira começa outro cursinho. AaaaaaH!! Sei lá. Isso não é legal. E eu sou burra. BleH.

E eu estouestive com medo do meu horóscopo, do Quiroga... Pula essa parte. Não sei o que lá de se apaixonar por pessoas difíceis, não disponíveis, loooonge... Não, obrigada. Enquanto eu puder evitar isso de gostar eu evito. Isso aí, racional de doer. =þ


sábado, novembro 08, 2003

Sabe um negócio chamado 'rinite'? Sabe o que acontece com uma pessoa que tem esse tipo específico de alergia quando a rua *inteira* resolve reformar suas casas cinqüentenárias? Então... meu nariz entrou em desacordo comigo de novo, está em greve. Ai que ótemo.

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[I'll never fall in love again é da Diana Krall ou não? Pior que a tia em questão é lindona e vai - ou ia - se casar com o bocó do Elvis Costello, li por ...]

Ontem, depois do programa do Jô teve reprise [e eu o-d-e-i-o reprises] do TIM Festival. Como ia passar White Stripes, D. Ellen ficou ligadona. Nossa-nossa-nossa!!! Preciso dizer que quase tive um treco?? Problema é que eu não lembro o nome das 2 únicas músicas que apresentaram... Snif-snif...

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D. Ingrid apareceu por aqui hoje. Enquanto eu almoçava a comida que minha mãe me obrigou a fazer ela colocava em pauta suas quase duas últimas semanas. Hehe. Daí teve uma hora que ela falou que cada uma de nós três fomos para rumos completamente diferentes: a Dé foi fazer Computação na USP de São Carlos, a Yu foi fazer Direito no Cesumar, e eu... bem, a princípio fui fazer Biologia na UEM, agora faço cursinho pra tentar Medicina. Ela estuda a noite, eu de dia, é complicado. Ainda mais quando se junta namoros, outros amigos, falta de telefone et coetera... Embora não tenhamos deixado de nos falar, gostar muito uma das outras e confiar.

É engraçado e de certa forma gratificante a maneira como mesmo não tendo as mesmas opiniões, além de respeitá-las, defendemos. Ficou estranho, escrito. É só que se precisar, sai um fight com quem se meter a besta...

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Mas nem era disso que eu queria falar. Queria dizer só que NÃO ME CONFORMO COM A IDÉIA DE QUE UM DIA EU VOU MORRER!!! Sacanagem termos uma *noção* do que é eternidade e simplesmente a única certeza que nos resta é que "morreremos um dia"... Saco-saco-saco. Eu não quero morrer!!! Fu!!! Nun-ca!!! Queria poder ver o Sol quando ele explodir, englobar a Terra. Queria brincar de Deus. Queria mesmo é não precisar de ninguém, enfim, mas eu preciso... Sei disso, fazer o quê? E nem era disso que eu estava falando... Bilu-bilu.


White Stripes | Fell In Love With the Girl

sexta-feira, novembro 07, 2003

... Só queria saber se o que penso está certo ou não. Se as coisas que penso e as conclusões a que chego são ao menos cabíveis. Mas não. Para quem é que eu poderia me voltar para conversar sobre o "processo da vida', sobre realidade, sobre as possibilidades, universos paralelos, fractais, sentimentos, ações que tomamos, lógica... hein!?? É maçante. Quem mais no mundo pensa se "o ruflar das asas de uma borboleta em Hong-Kong pode desencadear erupções vulcânicas na costa leste da América Central". Nem eu me agüento.

Sinto inveja das pessoas que não pensam (muito). Invejo quem não gasta uma vida em pensar e consegue realizar algumas coisas, por simples que sejam.


Simpleplan | I'm Just a Kid

terça-feira, novembro 04, 2003

Então que CORTARAM meu cabelo. Quase dois dedos. Isso por que eu levei minha mãe para inspecionar, que cabeleireira que se preze quer mesmo é tosar madeixas sem prévia autorização. Daí que meu hair 'tá exatamente na altura de cintura. E eu fiquei mais de 10 meses sem cortálo... 'Snif'.

Audioslave | Like a Stone

On a cobweb afternoon
In a room full of emptiness
By a freeway I confess
I was lost in the pages
Of a book full of death
Reading how we´ll die alone
And if we´re good we´ll lay to rest
Anywhere we want to go

In your house I long to be
Room by room patiently
I´ll wait for you there
Like a stone I´ll wait for you there
Alone

On my deathbed I will pray
To the gods and the angels
Like a pagan to anyone
Who will take me to heaven
To a place I recall
I was there so long ago
The sky was bruised
The wine was bled
And there you led me on

In your house I long to be
Room by room patiently
I´ll wait for you there
Like a stone I´ll wait for you there
Alone, alone

And on I read
Until the day was gone
And I sat in regret
Of all the things I´ve done
For all that I´ve blessed
And all that I´ve wronged
In dreams until my death
I will wander on

In your house I long to be
Room by room patiently
I´ll wait for you there
Like a stone I´ll wait for you there
Alone, alone

[enquanto eu não sarar do meu sarcasmo exagerado, vai ser assim...]

sábado, novembro 01, 2003

Hoje eu 'tô feliz e nada nem ninguém vão me deixar triste. Ou fazer eu me sentir uma idiota. Meio grito de independência. Mesmo com minha mãe não tendo deixado eu fazer mingau de chocolate. Nem minha irmã vai conseguir me deixar triste.

Pena eu estar tão feliz e não ter com quem conversar, do tipo: oooooooooooi!! como vai você? sabe que gosto muito de ti? sabe que você é muito legal e eut e admiro por isso e aquilo? Ai, parece que 'tô bêbada, mas nem é não. Só besta feliz mesmo :)

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Ontem teve churrasco do meu primo. Muito legal etc. E ele tem uns amigos lindos, e tem redes pela casa toda e nós ficamos balançando feito crianças e minha tia: seus loucos! Mas muito bom mesmo. Suco de cupuaçu. Coca-cola [eca!]. Carne e namorado de prima ligado na tomada. E montinho. [sabe que é isso? um derruba o outro e então cai todo mundo em cima... infantil e engraçado, desde que não seja você quem caiu primeiro]