SE HOJE É DIA TRÊS, AMANHÃ É DIA
QUATRO... [ pessoas, olhem no canto superior esquerdo do blog, ok ]
Ai que coisa! Passou a carência e agora estou muuuito manhosa. Quero porque quero minha mãe. A Luiza conseguiu telefonar para ela. Está em Vitória e eu mandei ela ir à praia.
Mandei. Fora isso,
mamãe venha logo embora que eu não quero mais vó coisa nenhuma. Quero MÃÃÃE! E eu tô doente, hoje tive que vir embora na segunda aula do cursinho porque estava simplesmente MORRENDO de dor de cabeça. Agora tô com febre. Aproveita que está com dineiro e vá na Thelma comprar florais, ou vá ao médico.
Mas ir ao médico sozinha... eu quero MÃE! E desagüei... buá-buá-buá. Com lágrimas e tudo. E a palhaça da minha mãe começou a rir. Eu também, enfim.
Que coisa, não? Bem, vamos agora contar sobre minhas semanas off-line. Antes de mais nada, vou avisando que, como diz a Ingrid,
vai rolar a festa.... Acho que dia 11, que dia 10 é aniversário da minha irmã. Espero que até lá a mamãe já tenha voltado, daí ela festa também. [ eu quero minha mãe... eu quero minha mãe... ]
Então... Estou fazendo cursinho. Meu tio que está pagando. De vez em quando é bom ter uns tios puxa-sacos da gente, hein? Pois é. Comecei semana passada.
Que mais... [ agora o que interessa
mesmo ] Quem leu o blog da Joyde ficou sabendo que domingo [ 29/06 ] ficou sabendo que o Raul foi à casa dela. Depois ele veio aqui, mas eu não estava, estava na casa da minha tia ajudando minha prima a fazer uns trabalhos da faculdade - ela está no quarto ano de Administração. Daí ele ligou duas ou três vezes aqui, antes de eu chegar.
Assim que cheguei, liguei pra Jô. E ela me INTIMOU a finalmente criar coragem e ligar paa o Raul. iguei e pedi que ele retornasse, pois estava na casa da minha vó. Ele ligou. Nós conversamos, pedi desculpas, sem antes ter perguntado sobre as expectativas dele quanto ao início das aulas na UEM - ele começou Agronomia, sobre se tinham falado coisas não exatamente muito boas sobre mim, se e quanto tempo ele teve ódio de mim etc.
Ele: ah, então você admite que grande parte da culpa..?
Éééééé...
O Raul disse que "qualquer dia" passava por aqui. Então beleza, qualquer dia é qualquer dia. Segunda-feira ele aparece aqui. De qualquer maneira, tudo bem, amiguinhos fazem visitas não é mesmo? [ é que tinha ficado combinado que seríamos amigos, como antes de começármos a namorar, era realmente legal ] Ele imitou tiranossauro para meus irmãos, "encheu o saco" de todo mundo como sempre fez, o Yuri encheu a paciência de todos, como sempre também.
Acontece que na hora de ir embora ele destruiu meu castelo de cartas antes de eu colocar a redoma de vidro em volta: quer dizer, ele me beijou.
Eeeeei! Q-que é isso? Você está querendo transtornar minha vidinha? É que deu saudade... [ ah, pensei, não diga? você também? ] Como eu fiquei? Algum sentimento entre alegria e tristeza, totalmente em dúvida. Afinal, ainda restaria amizade? Ele queria o quê? Era só "saudade" mesmo? Ele teria mudado tanto a ponto de virar canastrão? Por que o Raul que eu conheci antes nunca teria coragem de me puxar pela cintura e me beijar e dizer
é só mais um [ beijo ]...
Terça-feira à noite, depois da aula, a Ingrid veio aqui e conversamos sobre
mim, fazia tempo hein? Ai-ai, mocinhas experientes são outra coisa. [ por que eu não consigo pensar em mim como
mulher e nos meninos como
homens? muito estranho... alguém aí faz idéia de por que isso acontece? ]
Quarta-feira eu fui doar sangue lá na UEM, e, pausa: eu sou uma ANTA! A Dona Jumenta aqui foi doar sangue sem nada no estômago além de um pão de queijo que comi no intervalo do cursinho, isso porque a Márcia que me deu... E ainda voltei a pé para casa, meus 30 minutinhos habituais viraram 50 angustiantes minutos de suor frio seguido por febre. Lá na UEM, reencontrei meus fofos amigos de ex-facul de Biologia, ai que saudade deles! E vi o Raul: se uma certa pessoa não me ligar
hoje, vai ter morte!! Isso eu disse olhando para a cara dele.
Ok. Ele ligou e perguntou se poderia vir aqui. Ãhnnnnn... tá, vem então. Dei a desculpa de ir buscar dinheiro no banco para minha vó [ e fui mesmo, com febre e tudo ], e fui andar com o Raul. Paramos lá no Cogumelo [ Bosque das Grevíleas, um parquezinho uns 20 minutos a pé de casa ], achamos um banco decente e começamos a conversar. Um monte de "porquês" e fui contar minha vida amorosa depois que terminamos - ele já tinha me contado a dele.
Ele me pára então e pergunta: mas porque você fez tudo isso?
Ah... sabe quando você se sente tããão carente... [ aviso: quem sofre de diabetes, pule essa parte ] Daí ele me abraçou e me beijou: você nunca mais vai se sentir assim... Aaaaaaaaaaaaaaah! Acho que eu Tô FILIIIIIIXXXXXXXXX!!!