quinta-feira, julho 17, 2003

O papai é caminhoneiro, isso quase todo mundo já sabe. No Mato Grosso, naqueles fins de mundo, um panaca de carro deu sinal de luz pro caminhão dele. Detalhe: é daqueles caminhões de duas carretinha, sabe? Imagina um bi-trem freiando, do nada, a 80 km/h. Foda é pouco.

O papai não parou de repente, lógico. Daí o aloprado do motorista do carro parou num posto policial à beira da estrada e se quixou do meu pai. Se eu pego uma anta dessas, meu amigo, morre! Voltando... O zé do guarda parou meu pai e lá se vão R$50,00 pra mão do corrupto.

E aí vai outro detalhe: o posto policial é o mesmo, inclusive o guarda, onde há uns dois anos meu pai desceu todo estrupiado tentando dar queixa porque tinham tentado assaltá-lo. Mas a gente não faz flagrante não... FEEELADAPULTAS!! :/

[ E agora, na íntegra conto a história do assalto: o papai foi tomar banho no posto e deixou o caminhão de boa, normalmente. Quando ele voltou tinha uma surpresinha super legal. Dois caras dentro do caminhão, armados com porrete e .38. O super-Sérgio sei lá o que fez com a arma e quase morreu de pancada, mas conseguiu, de novo, sei lá como, bater nos caras com o mesmo porrete e mandá-los embora... E os manés dos policiais, desgraçados, não fizeram nada. No mínimo rolou a propina básica, como sempre. ]

Ora mas que coisa... Bocão de volta? Pula.

Minha mãe me proibiu de namorar antes de passar no vestibular. Nham.

Nenhum comentário: