segunda-feira, junho 09, 2008

Well, como prometido, aí vai uma receita de vingança... E é engraçado como as coisas foram se encaminhando para tal. E eu nem ligo para o fato da tal "amiga" ter se fudido lascado. Alguém já leu um livro da Stella Mcartney chamado "As meninas boas vão para o céu, as más vão a todo lugar"? Hohoho... Pois é pois é pois é... Tem váááá´rios lugares que eu ainda quero visitar =]

'Tá. A história é antiga, e eu fico imaginando do quê eu seria capaz, hoje, de fazer para mostrar que besta é a vovozinha.

Eu era apaixonada por um menino da minha turma. Até aí, beleza. Ele não fazia idéia que eu existia. Daí eu tive a brilhante idéia de me tornar sua amiga. Mais ou menos na mesma época, me tornei amiga de uma menina, também da minha turma. Isso tudo quando eu estava no 2° ano...

Conversa vai, conversa vem, descobri que a melhor maneira de ser amiga dele era tendo conversas intermináveis sobre como as pessoas podem ser idiotas [!!!] e jogando basquete. Praticamente todo dia a gente jogava basquete depois da aula de educação física dos pirralhos do ensino fundamental. Fui sacando que essa tal amiga estava ficando meio afim dele [para facilitar, vou dizer que o nome da tal amiga era Cris e o menino, Zé]. Mas minha auto-estima sempre trabalhou contra mim. E daí que tive mais uma brilhante idéia: hum, e se eu trabalhar para juntar os dois? vou pro céu? [na verdade, foi um inferno...]

Fui me tornando cada vez mais amiga dele, cada vez conhecendo mais, até saber dele tintin por tintin. E no começo do 3° ano eles finalmente começaram a namorar. Daí começou a palhaçada: eu, a cupida, fui a última a ficar sabendo - estranhei, mas tudo bem. Lá pelas tantas, eles foram perdendo o contato comigo, e eu não entendia nada do que estava acontecendo. Tentava em vão conversar, perguntava o que tinha acontecido, o que eu fizera de errado... O Zé fugia de mim, escondendo o ouro - depois ele me contou que era por que a Cris não queria que ele convesasse comigo, a trouxa. A Cris, me ignorava na cara larga, do tipo me deixar falando sozinha.

Então um dia uma outra amiga minha me contou que a Cris andava falando mal de mim para todo mundo, mas que ela [a outra amiga] sabia que não tinha nada a ver, que eram calúnias, que era para eu me cuidar. Eis que minha vigancinha começou... Por que a Mel [a outra amiga, a de verdade] fora muito amiga e por muitos anos da Cris, e havia rompido relações com ela nem me lembro por quê. Hehehe... E eu sabia que o maior sonho da Cris era voltar a ser amiga da Mel... E acontece que na hora da raiva, ela tinha metido a boca na Mel, mas falado mal mesmo, um monte de coisas que me impressionaram muito na época... Rá! O quê que eu fiz? Contei tudo para a Mel - ela nunca mais voltou a considerar a Cris [engraçado que agora parece tão bobinho, mas para crianças de 16-17 anos, a coisa foi feia... estou simplificando um pouco, mas a Cris ficou meio mal vista e isolada na turma... ela, que sempre sonhou ser pop].

No outro ano, depois que a gente saiu da escola, a Cris se apaixou por um amigo em comum meu e da Mel... A Mel ficou meio indignada e começou a bolar um plano infalível. Ela queria que eu ficasse com o amigo. E a gente acabou ficando, e demos um jeito - eu e a Mel - da Cris ficar sabendo. A Mel tinha um blog, e postou tudo o que estava acontecendo, por que a gente sabia que a Cris sempre lia o blog...

Mas a coisa não parou por aí. Um dia, a Cris tentou voltar a conversar com a gente, segundo ela, "para colocar os pingos nos is" [até hoje tenho um pouco de asco dessa frase - blergh!]. Hehehe... Então eu terminei a coisa toda contando tudo o que eu fiz para ela se ferrar. Para ela largar a mão de ser trouxa e achar que podia me fazer sentir tão mal [naquela época do 3° ano, que eu fiquei acho que um mês tentando entender o que eu podia ter feito de errado]. Segudo a Cris, ela desenvolveu síndrome do pânico por minha causa... Quer saber? Bem feito!

'Tá vendo!? Nem foi tão foda assim... =P

Um comentário:

Chagas disse...

Olá como vai tudo bem? o seu blog é muito maneiro.