domingo, outubro 26, 2008

maybe I'm amazed

" Mesmo que não acredite
Em amor de verdade, em beijo de filme
Tem que haver
Alguém nessse mundo
Que não te despreze, que não te repulse
Pois mesmo que não acredite
Em conto de fada, em beijo de filme
Tem que haver
Alguém pra te amar"
Beijo de filme - Mop Top

Boa música, eu gosto. E parece com o que eu espero. Talvez exista alguém - que obviamente eu ainda não encontrei, ou que ainda não me encontrou - para me amar. Para me suportar. Talvez realmente exista isso de "amor de verdade". E, talvez, maybe babe, talvez algum dia alguém seja capaz de me amar, mesmo comigo sendo assim tão gauche, tão difícil, tão eu, tão intensa - exagerada mesmo, mesmo sendo meio gorda, mesmo sendo tão crítica, mesmo sendo futura médica.

E já que toquei no assunto, deixa eu reclamar de uma "injustiça" a cerca do curso de medicina... Às vezes eu penso que devia ter escilhido outra coisa para fazer. Mas sou meio tapada. Jamais seria capaz de ser psicóloga. Nunca conseguiria ser arquiteta. Talvez conseguisse ser pedagoga. Digo isso por que são profissões que eu admiro. O fato é que devia ter resolvido ser bonita e me casar. Mas, como acabei de dizer, sou mesmo muito tapada... Whatever.

O que quero dizer é que homens que fazem medicina são paparicados, perseguidos, sempre tem alguma mulher afim deles, por amor ou por interesse, mas sempre tem. As "asmáticas". ASMA é agarre seu médico agora. Yeah, baby! Realidade. Nem é exagero meu. Pura verdade.

Agora pergunte como é mulher que faz medicina? Ou ela "consegue" um também médico, ou desiste. Por que você acha que alguém quer uma mulher que eles homens acham que é mais inteligente que eles, que eles acham que vai ganhar mais que eles? Pois então. É assim que as coisas são. E se você não for exatamente uma Giselle Bündchen, cai fora. Desista. Ninguém vai nem olhar para você, honey.

Pronto. Reclamei. E não venha com a porra da idéia de que sei lá, isso não é verdade e eu sou uma despeitada que não arruma um namorado. Eu não quero um namorado. Pelo menos, não agora. Por que isso desviaria minha atenção. Eu teria que dar atenção à alguém. E por nada nesse mundo gostaria de não ter a carreira que sempre sonhei. Por nada nem por ninguém. Não quero marido. Nem filho. Quero ser muito boa no que resolvi fazer.


2 comentários:

Anônimo disse...

por acaso estava lendo o seu blog, por acaso meesmoo, um dia terei um, quando eu tiver ... tempo.
e concordo plenamente com vc.
tambem faço med.
ate dah vontade de rir, mas ou realmente arrumamos um medico quem-sabe-um-dia-lah-na-frente ou...continuamos livres leves e soltas.aiaiai.naum q eu queira um nesse instante, mas seria interessante ter um aos 30.idadezinha fiadaputa essa.
fazer med eh ter tatuado na testa:sou inteligente, foda, ocupada, com um carro foda e ganho mais q vc.
mas sabe q isso ateh q eh bom?
pq no caso de termos grana, sexo naum vai faltar nem progenitores se bater a vontade de ter um filho. digo isso pq, ultimamente, pra q serve um homem mesmo?

beeanka disse...

Você ainda vai querer. :P

Pelo menos um filho, aehioahiosea.